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21 de Maio de 2019

Dia Mundial de Combate a Asma: saiba mais sobre essa doença crônica tão comum

CHAMADA DE MATERIA ASMA

O médico pneumologista da Unimed Campo Grande, Dr. Paulo Sergio Buainain, explica como controlar a doença

O Dia Mundial de Combate a Asma é comemorado anualmente na primeira terça-feira do mês de maio com o objetivo de melhorar a prevenção da doença e o nível de conscientização da população.  

Para se ter uma ideia, a asma é uma doença crônica muito comum, assim como a rinite, que pode apresentar chiado no peito, falta de ar, aperto no peito, respiração curta e rápida, tosse seca, secreção pulmonar. 

De acordo com pneumologista da Unimed Campo Grande, Dr. Paulo Sergio Buainain, os fatores genéticos estão fortemente implicados no desenvolvimento da asma, que também pode ser desenvolvida ao longo da vida, assim como piorar. 

“Aspectos ambientais como exposição à poeira, fungos ou ácaros, poluição ambiental, infecções (principalmente as virais), exercícios físicos, variação do clima (mudança de temperatura), podem ser o gatilho de crises de asma”, avaliou o médico.  

Apesar da asma não ter cura, a doença tem um controle muito bom, pode ter uma diminuição importante dos sintomas e até mesmo desaparecer ao longo dos anos. Inclusive, a grande maioria das pessoas, se adequadamente tratadas, levam uma vida bastante próxima do normal.  

“Usamos medicações para controle e outros para alívio rápido dos sintomas (resgate da crise), como anti-inflamatórios e broncodilatadores. Se for alérgica, por exemplo, pode-se usar até mesmo imunoterapia.” 

Dependendo da causa da asma, as medicações têm resultados muito bons do ponto de vista clínico. Entretanto, quem tem asma deve ficar sempre atento para as constantes mudanças climáticas. 

A dica é para sempre praticar atividades físicas com orientação e manter cuidados com ambientes poluídos. Além disso, o Dr. Paulo Sérgio também faz outra recomendação importante.  

“Idas constantes ao seu médico para monitorar a evolução da doença e melhora da qualidade de vida. É importante que o paciente entenda o que está acontecendo com ele para que possa tomar medidas preventivas”, finalizou.

Data: 14/05/2019 | Por: OCB/MS